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Entenda por que os SSDs ainda vão demorar para se popularizar

Entenda por que os SSDs ainda vão demorar para se popularizar

(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

 

Atualmente, no momento da aquisição de um computador novo, você possui uma alternativa diferente para o armazenamento de dados, que é a unidade de estado sólido. Esse dispositivo é normalmente apresentado como um possível substituto dos discos rígidos atuais, especialmente pelo desempenho e maior confiabilidade apresentados em comparação ao HD tradicional.

Por mais que os SSDs tivessem vários problemas na sua época inicial de vendas, com o tempo eles vêm recebendo cada vez mais melhorias, além de já apresentarem uma redução considerável no preço. Os HDs, por outro lado, podem ter chegado a um ponto no qual os aprimoramentos parecem não ser mais tão dignos de nota.

Mesmo o conceito de os SSDs “não terem espaço” começa a sofrer alterações, especialmente com o lançamento de unidades com até 1 TB por parte da Samsung. Ainda falando de espaço, também já foi provado que você pode montar um computador “híbrido”, adotando ambas as unidades de armazenamento para resolver tal dificuldade.

Porém, mesmo com unidades mais robustas e diversas vantagens sobre o HD, por que os SSDs não estão tão populares quanto o outro mecanismo? Essa transição de discos rígidos para unidades de estado sólido já vem acontecendo, porém em um ritmo lento. Para entender melhor as razões desse fenômeno, vamos começar com uma breve explicação de como funcionam as duas unidades.

Armazenamento dos dados

Uma unidade de estado sólido (SSD) é um dispositivo que proporciona uma maneira para o seu computador armazenar dados, assim como o disco rígido (HD), que é a unidade mais comumente utilizada para a tarefa. De uma maneira simples, podemos dizer que a principal diferença entre os dois está na maneira na forma como eles realizam a operação.

Um HD tradicional

(Fonte da imagem: iStock)

O disco rígido faz a gravação dos dados em placas de metal giratórias. Por isso, sempre que o seu computador precisa acessar um dado (ou seja, precisa fazer a leitura), um componente semelhante a uma agulha se move até chegar à posição na qual a informação necessária está armazenada. O procedimento de gravação funciona de forma semelhante, fazendo com que as partes do dispositivo estejam em constante movimento.

Já no caso de um SSD, não há qualquer tipo de movimento nos seus processos. Os dados são armazenados em blocos, sendo cada um deles dividido em páginas. Sempre que o acesso a uma informação for necessário, a unidade apenas responde qual é o local no qual está o conteúdo em questão.

O procedimento utilizado para gravação em um SSD é um pouco mais complexo. Em uma tentativa de simplificação, pode-se dizer que ele faz a anotação dos dados nas páginas presentes em um bloco. No entanto, se qualquer alteração é realizada na informação, a unidade precisa apagar todo o conteúdo do bloco (não apenas de uma página) e escrevê-lo novamente da maneira correta.

Uma unidade de estado sólido

(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

Embora essa tenha sido uma explicação muito simplificada do processo, é possível perceber alguns dos motivos pelos quais normalmente os SSDs são considerados mais silenciosos e mais eficientes do que os HDs.

Principais vantagens de um SSD

Como principais vantagens de um SSD com relação a um HD, podemos citar o fato de a unidade ser menos sensível a impactos, além de não correr o risco de ter os seus dados apagados por uma fonte magnética próxima ao dispositivo. Além disso, as unidades de estado sólido são bem mais leves, consomem menos energia e aquecem muito pouco quando comparadas aos discos rígidos.

A performance de um SSD é melhor

(Fonte da imagem: iStock)

Outro ponto que sempre é levado em conta envolve a rapidez de boot de um SSD e a performance apresentada pela unidade, de uma maneira geral.

Problemas centrais: espaço e preço

Entre os fatores que podemos citar como empecilhos para a popularização das unidades de estado sólido, o espaço e o preço certamente aparecem como os primeiros itens da lista e estão interligados. Uma unidade de estado sólido costuma ter valores tão elevados no mercado que um modelo com apenas 256 GB de espaço pode vir a custar quase o preço de um computador inteiro, conforme a sua marca e as suas especificações.

Enquanto isso, os HDs de tamanho semelhante possuem um preço bastante acessível, e mesmo discos com tamanhos tão grandes quanto 1 TB já são bem populares. Embora o SSD possa ser um ótimo dispositivo para notebooks e tenha sido a escolha de mecanismo de armazenamento para quase toda a linha mais recente da Apple, certamente o preço final do seu produto estará muito acima da média apenas pelo fato de ele possuir uma unidade de estado sólido.

Adicionalmente, ao menos até o presente momento, são poucos os modelos de SSD que passam de 512 GB. Além disso, todos seguem a citada regra do preço: quanto maior o espaço disponível, mais caro será o modelo. Já no caso dos HDs, não é preciso dizer que nos dias atuais é possível encontrar discos com tamanhos tão grandes quanto 4 TB com valores relativamente muito abaixo dos praticados no caso de um SSD.

SSDs são muito caros com relação ao espaço oferecido

(Fonte da imagem: iStock)

Ainda assim, com a popularização de serviços de armazenamento nas nuvens (como os famosos Google Drive e Dropbox) e streaming de vídeos diretamente da internet (como o Netflix), muitos sugerem que espaço não é mais um problema como foi no passado. No entanto, para você considerar esse tipo de serviço como um substituto, deve-se levar em conta que é necessário ter uma conexão constante com a rede.

Talvez esse fator ainda não seja uma realidade em todos os ambientes que você frequenta para confiar em sempre utilizar um player de músicas online ou de ter os seus arquivos nas nuvens. Além disso, ainda pode levar muito tempo para que os consumidores que são acostumados a terem muito espaço façam a troca de tamanho por desempenho.

Popularização com o tempo

Por mais que os SSDs possuam desvantagens, ao fazer uma comparação fica claro que o principal problema é o valor do produto. Isso porque de uma forma geral – e grosseiramente analisando – eles são superiores aos HDs, tanto em desempenho quanto pelos benefícios oferecidos ao se obter um computador com uma unidade de estado sólido para o armazenamento dos dados.

Porém, até o presente momento não há um grande investimento por parte das montadoras de PCs e notebooks para incorporar o produto, com exceção de poucas empresas. Além disso, mesmo o consumidor final ainda não está disposto a abrir mão de um produto mais barato e com maior espaço em função da aquisição de uma unidade menor, mas com uma performance melhor.

Dessa forma, é possível considerar que no futuro os SSDs venham a substituir os discos rígidos atuais, porém ainda vai levar um bom tempo para que isso possa se tornar uma realidade.

Fonte: Solid State Disks from Future Storage, Lifehacker, The Verge, Storage Review.com

Serviço de email usado por Edward Snowden encerra suas atividades

Serviço de email usado por Edward Snowden encerra suas atividades

(Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)

 

Usado por Edward Snowden para se comunicar com suas fontes e divulgar informações relacionadas ao programa PRISM, o serviço de email Lavabit acaba de encerrar suas atividades. A decisão partiu de seu fundador e desenvolvedor, Ladar Levison, que afirma que, com isso, pretende deixar de ser “cúmplice em crimes contra o povo americano”.

“Fui forçado a tomar essa decisão difícil: virar cúmplice de crimes cometidos contra o povo americano ou abandonar 10 anos de trabalho duro e desligar o Lavabit. Depois de uma reflexão profunda, decidi suspender as operações. Eu gostaria de poder divulgar publicamente os eventos que levaram a essa decisão, mas não posso”, afirma uma mensagem publicada por Levison.

“Eu acredito que vocês merecem saber o que está acontecendo — a Primeira Emenda deveria garantir minha liberdade de falar nesse momento. Infelizmente, o Congresso aprovou leis que dizem o contrário. Na maneira como as coisas estão atualmente, eu não posso compartilhar minhas experiências relacionadas às últimas seis semanas, mesmo que eu tenha feito os pedidos adequados duas vezes”, complementa o desenvolvedor.

Embora não seja literal em suas palavras, Levison dá a entender que o fim do serviço é resultado de pressões feitas por autoridades do país norte-americano. Ele afirma que, apesar de ter que encerrar suas atividades no momento, há a intenção de lutar nos tribunais para que o Lavabit possa voltar a funcionar no futuro. “Eu recomendo enfaticamente que ninguém confie dados pessoais a qualquer companhia que possua ligações físicas com os Estado Unidos”, afirma ele na mensagem de despedida do serviço.

Fonte: The Verge, Lavabit

Você já viu um cabo submarino de transmissão de dados?

Você já viu um cabo submarino de transmissão de dados?

(Fonte da imagem: Reprodução/FOP News)

 

Você já deve ter visto como funcionam os cabos de fibra óptica e como são feitas as transmissões de dados intercontinentais com cabos submarinos. Mas você faz ideia de como seja o revestimento de um desses cabos poderosos? A foto que está acima deste parágrafo mostra exatamente isso: um cabo de fibra óptica utilizado nas transmissões de dados de um continente para outro.

Eles precisam ser muito mais resistentes do que cabos comuns, pois passam por situações complicadas constantemente. Além das altíssimas pressões que são aplicadas a eles, também há diversas condições submarinas que podem causar problemas — desde pequenos maremotos até ataques de grandes animais, incluindo a salinidade das águas que entram em contato com os cabos.

Por isso, os cabos de fibra óptica submarinos são equipados com aço reforçado, capas de polímeros isoladores e blindagem realizada com cobre de alta qualidade. Tudo isso envolvendo uma importante camada de fibras de vidro, que será a grande responsável pelo envio das informações diretamente aos outros continentes.

Fonte: TecMundo

Como funciona a fibra ótica

Transmissão de dados e voz em longas distâncias com pouca perda de sinal e qualidade, tudo isso com altíssimas velocidades. Já pensou nas maravilhas que isso permitiria? Apostamos que você deve estar pensando: baixar programas e músicas ficaria muito mais rápido e o tempo de espera por downloads seria reduzido ao mínimo.

E é exatamente isso que aconteceria, se todas as empresas de internet banda larga disponibilizassem a tecnologia da fibra ótica para os usuários. Logicamente a mudança de tecnologia demanda grandes quantias de dinheiro, por isso é difícil que tenhamos a fibra ótica em todas redes domésticas pelos próximos anos.

No Brasil, apenas algumas universidades e institutos públicos possuem este tipo de conexão. Em 2011, algumas residências devem passar a contar com o modo de transmissão de alta velocidade da fibra ótica – pelo menos é o que está prometendo uma das maiores empresas de telecomunicações do país.

Mas você sabe como funcionam os cabos de fibra ótica? Acompanhe este artigo que o Tecmundo preparou para você e descubra como ocorre a transmissão de dados e voz por meio dos cabos de fibra ótica. Aproveite também para entender o quão importante eles podem ser em nossas vidas.

Transformando dados em luz

A fibra ótica não envia dados da mesma maneira que os cabos convencionais. Para garantir mais velocidade, todo o sinal é transformado em luz, com o auxílio de conversores integrados aos transmissores. Há dois modos de converter os dados: por laser e por LED (respectivamente: fibras monomodo e multimodo. Ambas serão explicadas mais adiante).

Como funciona a fibra ótica [infográfico]

(Fonte da imagem: Wikimedia Commons / BigRiz)

Sem essa conversão, os dados enviados e recebidos não poderiam desfrutar das mesmas larguras de banda. Nesse momento, surge a necessidade dos cabos de fibra ótica, pois são eles que permitem a velocidade e a qualidade superiores às oferecidas pelos tradicionais cabos de cobre. O motivo disso nós vamos explicar mais à frente neste artigo.

Cabos de fibra ótica

Você imagina como é um cabo de fibra ótica por dentro? Ele não é construído apenas com a fibra de vidro e o revestimento plástico, há várias camadas que fazem parte da estrutura essencial dele. Vamos agora explicar um pouco mais sobre cada uma das camadas que compõe a fibra ótica.

Proteção plástica

Como todo cabo, a fibra ótica também precisa de proteção externa, para evitar que o desgaste natural ou as situações anômalas do tempo representem interferências no sistema. Geralmente, essa camada de proteção é composta por plásticos, tornando a aparência dos cabos de fibra ótica muito similar à apresentada por cabos de rede, por exemplo.

Fibra de fortalecimento

Logo abaixo da camada plástica, existe uma fibra de fortalecimento, bastante parecida com a que existe em cabos coaxiais de transmissão de sinal de televisão. Você sabe qual a função dela? Proteger a fibra de vidro de quebras que podem acontecer em situações de torção do cabo ou impactos no transporte.

Se a camada de fortalecimento não existisse, qualquer movimento brusco que atingisse os cabos de fibra ótica resultaria em quebra da fibra principal e, consequentemente, na perda total do sinal transmitido.

Revestimento interno

Também chamado de “Coating”, o revestimento interno tem função similar à das fibras de fortalecimento. É ele que isola todos os impactos externos e também evita que a luz natural atinja as fibras de vidro internas, o que poderia resultar em interferências muito fortes em qualquer que seja o sinal.

Camada de refração

Nas duas camadas mais internas, ocorre a parte mais importante do processo de transmissão de luz. Cobrindo o filete de fibra de vidro, a camada de refração (ou “Cadding”) é responsável pela propagação de todos os feixes, evitando que existam perdas no decorrer dos trajetos. Em um sistema perfeito, essa camada garantiria 100% de reaproveitamento dos sinais luminosos.

Núcleo

Também chamado de “Core”. Em suma, é onde realmente ocorre a transmissão dos pulsos de luz. Construído em vidro, é por ele que a luz viaja em suas longas distâncias. No próximo tópico mostraremos os dois tipos de fibras de vidro que podem ser utilizados nos cabos.

Muita velocidade

Multimodo e monomodo

Os dois nomes que abrem este tópico representam os dois principais modelos de fibras óticas existentes atualmente. Eles são diferenciados em vários aspectos, desde o custo de produção até as melhores possibilidades de aplicação. Qual deles será mais recomendado para a construção de redes de internet?

Monomodo

Como o nome já diz, as fibras monomodo só podem atender a um sinal por vez. Ou seja, uma única fonte de luz (na maior parte das vezes, laser) envia as informações por enormes distâncias. As fibras monomodo apresentam menos dispersão, por isso pode haver distâncias muito grandes entre retransmissores.

Teoricamente, até 80 quilômetros podem separar dois transmissores, mas na prática eles são um pouco mais próximos. Outra vantagem das fibras desse tipo é a largura da banda oferecida, que garante velocidades maiores na troca de informações.

Multimodo

Fibras multimodo garantem a emissão de vários sinais ao mesmo tempo (geralmente utilizam LEDs para a emissão). Esse tipo de fibra é mais recomendado para transmissões de curtas distâncias, pois garante apenas 300 metros de transmissões sem perdas. Elas são mais recomendadas para redes domésticas porque são muito mais baratas.

Isso sim é velocidade

Você já viu que a fibra ótica garante velocidades muito maiores do que as oferecidas pelos fios de cobre comuns, mas ainda não viu os números exatos. Hoje, uma conexão banda larga de alta velocidade é oferecida com cerca de 10 Mbps, o que permite downloads a quase 1,25 MB/s.

Os padrões de testes da fibra ótica apontam para velocidades de 10 Gbps, o que resulta em downloads de 1.280 MB/s. É um aumento considerável, que pode ser extremamente importante para quem gosta de jogar games online ou baixar muitos arquivos pela internet.

Como funciona a fibra ótica [infográfico]

(Fonte da imagem: Wikimedia Commons / Hustvedt)

Vale dizer que as conexões de 10 Gbps são muito potentes e devem custar muito caro, por isso são mais recomendadas para grandes empresas e universidades, locais em que a banda precisa ser muito dividida. Outra possibilidade é a instalação de padrões de fibra ótica em condomínios, que podem redividir a conexão para vários computadores.

Saudades do cobre: fibra ótica também tem defeitos

Não existe nenhuma tecnologia perfeita, por isso precisamos apresentar também as desvantagens dos cabos de fibra ótica. A principal delas é relacionada aos custos, tanto de produção quanto de implementação dos novos sistemas de transmissão.

Produzir cabos de fibra ótica envolve processos muito complexos e caros, o que exige uma demanda muito grande de usuários dispostos a pagar um pouco mais pelos recursos oferecidos pela tecnologia. Além disso, para alimentar grandes cidades seriam necessários muitos retransmissores, e há relatos de perdas grandes de sinal em retransmissores divisores.

Outros problemas estão ligados diretamente à fragilidade das fibras de vidro. Como ainda não existe uma padronização no sistema, há muitos cabos que são vendidos sem o encapsulamento protetor adequado. Isso gera instabilidade para os cabos e pode resultar em quebras dos filetes de transmissão.

Tecnologia do futuro?

Será que a fibra ótica está realmente distante da realidade? Aos poucos, algumas empresas de televisão a cabo e internet estão oferecendo pacotes que contam com os recursos da tecnologia para seus assinantes. Os preços ainda são bem altos, mas com o passar do tempo é provável que baixem consideravelmente.

Como funciona a fibra ótica [infográfico]

Outro desafio é encontrar formas de retransmitir os sinais sem que seja necessário dispender muitos recursos, mas as vantagens oferecidas realmente impulsionam os pesquisadores. A fibra ótica garante uma largura de banda muito maior do que o cobre, ocupando menos espaço físico e com matéria-prima (sílica) muito mais abundante.

Você está disposto a pagar um pouco a mais para ter fibra ótica na sua casa? Ou acha que ainda não vale a pena gastar dinheiro em uma tecnologia mais moderna? Deixe um comentário para nos dizer o que pensa a respeito da fibra ótica.

Fonte: TecMundo

Google começa a mostrar anúncios no Maps para Android e iOS

Google começa a mostrar anúncios no Maps para Android e iOS

(Fonte da imagem: Divulgação/Google)

 

Usuários do Google Maps no Android e iOS podem começar a se surpreender ao visualizar alguns anúncios e propagandas quando procurarem por algum lugar específico no mapa. Isso deve acontecer porque a Google começará a incluir essas informações nas versões mobile do serviço.

De acordo com a empresa, as versões de Android e iOS do aplicativo Google Maps apresentarão alguns anúncios que serão baseados no tipo de busca que você fizer no serviço. Caso você procure, por exemplo, por uma loja de conveniências, o serviço pode apresentar, como primeira opção, um local que comprou anúncio junto à empresa.

De acordo com o Google, os aplicativos apenas mostrarão anúncios que são relevantes à sua busca. Mesmo assim, é válido alertar que os anúncios promovidos podem indicar um local distante, sendo que existem alternativas mais próximas do usuário. Dessa forma, é uma boa ideia ficar atento ao tipo de sugestão que o aplicativo fará.

Fonte: Google, Gizmodo

Design: iOS 7 ou iOS 6, qual você prefere?

Design: iOS 7 ou iOS 6, qual você prefere? [enquete]

Qual dos designs é o seu favorito? (Fonte da imagem: Reprodução/9to5Mac)

 

Uma enquete online realizada pela equipe do site Polar desmistificou o que parecia se consolidar como absoluto em meio aos usuários do sistema operacional para mobiles desenvolvido pela Maçã. Ao colocar pontos-chave dos iOSs em xeque, a pesquisa revelou que 72% dos usuários preferem o design do iOS 7 ao do iOS 6.

A enquete computou mais de 15 mil votos. Dentre os elementos avaliados pelos entrevistados, destacam-se o visual do teclado, da emissão de alertas e notificações, das barras de status e de navegação, do layout da tela e da forma como os ícones ficam dispostos em ambas as versões do iOS.

Segurança biométrica

Como você bem sabe, muito se tem falado acerca da inclusão de um leitor de digitais no botão home do iPhone 5S. Prova disso foi o pedido registrado pela Apple no mês passado (que solicita uma patente para que um sensor biométrico possa ser inserido na tal série de mobiles).

Design: iOS 7 ou iOS 6, qual você prefere? [enquete]

Deixe sua opinião sobre o uso do sensor biométrico nos comentários. (Fonte da imagem: Reprodução/9to5Mac)

Parece que o possível novo sistema de segurança vai funcionar principalmente para destravar os smartphones – pelo menos é esse o boato que mais se destaca nos meios online de comunicação. Mas outra enquete também conduzida pela Polar revelou, até o momento, que os usuários preferem que a identificação de impressões digitais seja integrada aos sistemas de logins e senhas – otimizando, assim, os níveis de segurança de quem possui um iOS.

Fonte: TecMundo

Senhas do Chrome são desprotegidas para “promover a segurança”

Senhas do Chrome são desprotegidas para

 

Caso alguém tenha interesses escusos e resolva obter a sua senha no Google Chrome, fique sabendo que isso é incrivelmente fácil. Conforme apontou o web designer Elliot Kember em crítica postada em seu blog, basta acessar as configurações do navegador, entrar em “senhas” e pedir para “mostrar”. Simples assim.

Entretanto, o mais curioso foi a resposta da Google ao post. De acordo com a empresa, a opção de mostrar as senhas — sem qualquer tipo de impedimento — foi escolhida para que os usuários não tenham “uma falsa sensação de segurança”, disse o chefe da Chrome Security, Justin Schuh, em entrevista ao site YCombinator.

De acordo com Schuh, caso um usuário mal-intencionado acesse fisicamente um computador, “o jogo já foi perdido”. Em outras palavras, há inúmeras possibilidades de roubar todo tipo de informações e senhas quando se tem acesso direto… E ocultar senhas no Chrome levaria, portanto, à tal impressão errônea de proteção.

Tim Berner’s Lee também torceu o nariz

Senhas do Chrome são desprotegidas para

Fonte da imagem: Reprodução/Twitter (Tim Berners-Lee)

Schuh afirma que a Google “gastou muitos anos” avaliando suas medidas de segurança — e as opções atuais, afinal, foram as escolhidas. Entretanto, a curiosa resposta da empresa não parece ter sido suficiente para convencer. Entre os que se manifestaram desfavoravelmente, consta até mesmo o célebre Tim Berner’s Lee, o inventor da World Wide Web, que, em seu Twitter, se disse “desapontado com a resposta da equipe do Chrome”.

Ademais, resta a dúvida: se a decisão de evitar impressões de segurança equivocadas foi mesmo a melhor entre as opções consideradas pela Google, por que não há nem sequer um único aviso ao usuário — explicando que suas senhas estão imediatamente acessíveis a qualquer um que sentar em frente ao computador? Além disso, convenhamos, nem todo mundo que utiliza a sua máquina é um invasor em potencial.

Fonte: YCombinator

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

(Fonte da imagem: Reprodução/Sec4All)

 

Ter um bom antivírus instalado em sua máquina é algo crucial nos dias de hoje. Somos bombardeados constantemente por ameaças virtuais que podem danificar os documentos mais preciosos em questão de minutos. Claro, isso sem contar os scripts capazes de agir silenciosamente para roubar seus dados (como keyloggers e banking trojans).

Contudo, nenhum programa é perfeito e sempre há a possibilidade de algum malware escapar ileso até mesmo dos softwares que oferecem o recurso de proteção em tempo real. Afinal, novos vírus são descobertos diariamente e nem sempre os engenheiros através de tais aplicativos conseguem desenvolver vacinas a tempo, o que pode deixar seu computador exposto a riscos durante certo período de tempo.

Diferente do que algumas pessoas acreditam, não há nenhum problema em utilizar duas ou mais soluções para proteger seus dados contra scripts maliciosos, desde que isto seja feito com sabedoria. Há aplicativos que servem perfeitamente como um “complemento” ao seu antivírus convencional, cuidando de áreas que eles não protegem e oferecendo ainda mais segurança aos seus arquivos preciosos. Confira alguns desses softwares, escolha seus prediletos e fique longe das pragas virtuais!

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

(Fonte da imagem: Reprodução/Uol)

1) Dr. Web CureIt!

Sendo totalmente gratuito para uso doméstico, o Dr. Web CureIt! é um aplicativo do tipo on-demand (ou seja, deve ser utilizado esporadicamente e não com a mesma frequência dos antivírus tradicionais). Ele é capaz de vascular seu disco rígido em busca de qualquer tipo de malware, adware, spyware, rootkits e até mesmo bioskits – vírus que se alojam na BIOS de sua máquina e podem impedir que você inicie seu sistema operacional.

O melhor de tudo é que ele é um programa portátil, não sendo necessário instalá-lo para que ele possa funcionar. A versão mais atualizada é perfeitamente compatível com Windows 8 e pesa cerca de 121 MB. Para baixá-la, basta clicar neste link ou acessar o site oficial da desenvolvedora.

É importante ressaltar, contudo, que o Dr. Web CureIt! envia estatísticas de seu PC de forma anônima para o banco de dados de vírus da empresa, com o intuito de mantê-lo sempre atualizado com todas as ameaças encontradas pelos usuários. Essas informações limitam-se às configurações do seu computador e não incluem qualquer tipo de dados ou arquivos pessoais que você armazene na máquina.

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

2) ComboFix

Funcionando de forma semelhante ao Dr. Web CureIt!, o ComboFix escaneia seu computador em busca de vários tipos de ameaças e faz o que for possível para excluí-las de seu disco rígido. Contudo, este software trabalha de forma mais agressiva, sendo necessário fechar quaisquer outros aplicativos antes de rodá-lo. Ele também desliga sua conexão com a internet automaticamente assim que começa a vasculhar sua máquina.

O ComboFix, além de tudo, cria um arquivo de log ao final de cada varredura, recurso útil para especialistas que querem estudar as ameaças encontradas de uma forma mais detalhada. O app é gratuito e pesa apenas 4 MB. Para adquiri-lo, você só precisa visitar esta página.

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

3) RKill

Há malwares que se disfarçam de processos essenciais para o bom funcionamento do seu sistema operacional, iniciando junto com este assim que você liga o seu PC. O RKill é um utilitário gratuito especializado em desativar esse tipo de vírus. Note, contudo, que ele não retira o script malicioso do seu computador: ele apenas fecha o processo e deixa a ameaça “vulnerável” para que seu antivírus-padrão atue na limpeza final.

Pesando míseros 2 MB, o programa não conta com uma interface gráfica e roda através do Prompt (linha de comando). Você pode baixá-lo neste link, caso esteja interessado em experimentá-lo.

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

4) RogueKiller

Hijack é o nome dado ao malware que se aloja sobretudo em seus navegadores, enchendo-os de conteúdos incômodos como barras de tarefas e anúncios publicitários. Eles não podem ser retirados de forma manual e podem não ser detectados por programas antivírus tradicionais. Caso você esteja sofrendo com esse tipo de ameaça, basta utilizar o RogueKiller.

O aplicativo lembra bastante o RKill: ele monitora os processos de seu computador e identifica eventuais hijackers que porventura possam estar sendo executados. Se algo suspeito for encontrado, o utilitário emitirá um alerta e você poderá matar o processo de forma manual. Baixe através desta página; ele é totalmente gratuito.

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

5) Hitman Pro

De acordo com seus próprios desenvolvedores, o Hitman Pro atua como uma “segunda opinião” e pode ser utilizado sempre que você não estiver convencido com as análises do seu antivírus primário. Ele reúne funcionalidades retiradas de diversos programas famosos no ramo de segurança digital (NOD32, Spybot Seach & Destroy, Spyware Doctor, Sysclean Package etc.), consultando o banco de dados de cada um deles ao vasculhar por completo todo o conteúdo de seu disco rígido. Vale observar que ele também é um utilitário executável e não precisa ser instalado na sua máquina.

Apesar de tudo, o Hitman Pro não é uma ferramenta completamente gratuita. Você tem um período de 30 dias (contando a partir do momento em que ele for usado pela primeira vez) para usufruir livremente de todos os seus recursos – depois disto, você precisa adquirir uma licença, visto que ele passará a somente indicar possíveis ameaças no seu computador (sem efetivamente excluí-las). Clique aqui para baixá-lo.

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

Extra – Bitdefender Safepay

Se você ainda continuar com uma pulga atrás da orelha mesmo depois de rodar todas as soluções citadas acima, recomendamos que você utilize o Bitdefender Safepay na hora de realizar transações bancárias ou efetuar outras tarefas de extrema importância na internet. Tal programa funciona como um navegador ultrasseguro que é executado em um sandbox (espécie de máquina virtual).

5 programas que servem de reforço para seu antivírus

O Bitdefender Safepay é tão privativo que você não pode sequer tirar uma printscreen enquanto utiliza o navegador. Graças a tal nível de segurança, você dificilmente será vítima de keyloggers e outros malwares que possam eventualmente roubar suas senhas. O aplicativo é gratuito, leve (5,4 MB) e pode ser baixado nesta página.

Mudança no Marco Civil pode reduzir velocidade da internet no Brasil

Por Wikerson Landim em 27 de Julho de 2013

Mudança no Marco Civil pode reduzir velocidade da internet no Brasil (Fonte da imagem: Reprodução/PT)

 

As empresas de telefonia conseguiram emplacar um artigo na proposta de texto do Marco Civil da Internet, projeto de lei que deve definir as novas regras para o uso da internet no Brasil. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o novo texto permite que as operadoras reduzam a velocidade de conexão oferecida aos usuários em alguns casos, algo que era proibido até então.

Se aprovada a nova proposta, as operadoras de telefonia poderão reduzir a velocidade de navegação do consumidor após ele atingir um determinado volume de dados, da mesma forma que já acontece nos dias de hoje em alguns pacotes. Pela proposta anterior, a comercialização de pacotes com limite de franquia estava proibida.

O relator do projeto, o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ) afirmou que não se opõe à redação, mas ainda não tem posição definida sobre o assunto. A inclusão da nova redação foi comemorada pelas operadoras. “É um avanço, mas não atende por completo as nossas reivindicações”, explicou Alex Castro, diretor de regulação do Sinditelbrasil.

As operadoras de telefonia argumentam que precisam de maior autonomia para gerenciar a velocidade oferecida para os usuários, já que a demanda cresce a cada ano e são elas que têm que bancar a infraestrutura. Por outro lado, o governo espera que as reduções de velocidade sejam aplicadas somente em casos de emergência.

Fonte: Folha de S.Paulo

Oi lança GPS gratuito para Android com mapas offline

O Google ainda não permite o download de mapas brasileiros no aplicativo do Google Maps para Android como em outros países, mas agora há uma solução gratuita: a Oi anunciou oficialmente o Oi Mapas, um aplicativo de GPS que funciona mesmo sem conexão com a internet e pré-carrega o mapa do Brasil na memória do aparelho. Apesar de levar a marca da Oi, ele pode ser usado gratuitamente por clientes de todas as operadoras.

Na primeira inicialização, o Oi Mapas faz download do mapa brasileiro, voz em português e algumas informações adicionais, como localização de radares, pontos de interesse e construções em 3D. No total, são pouco mais de 200 MB de dados baixados. Depois, ele passa a calcular rotas, passar instruções em áudio e fazer buscas mesmo quando o 3G não colaborar.

oi-mapas-android

Quando conectado à internet, o Oi Mapas ganha alguns recursos sociais: dá para compartilhar um local pelo Twitter, fazer check-in no Foursquare, acessar a página do estabelecimento e encontrar pontos de interesse no Facebook. No futuro, a loja permitirá que você baixe mapas de outros países, mas eles serão pagos.

O Oi Mapas está disponível para download no Google Play, para smartphones com Android 2.2 ou superior. Ele foi publicado pela NDrive, que também possui seu próprio aplicativo de GPS. A operadora promete atualizações gratuitas de mapas e anunciou que uma versão para iPhone será lançada na App Store em breve.

Fonte: TecnoBlog