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Oi é condenada por propaganda enganosa

Oi é condenada por propaganda enganosa

 

A empresa de telefonia Oi foi condenada a pagar uma indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos. Além disso, a empresa deverá devolver o dinheiro de clientes que tenham se sentido lesados ao utilizar o plano “DDD Amigo”.

Conforme o a ação movida pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, a empresa não deixou claras as limitações do referido plano ao oferecê-lo aos usuários — levando a cobranças bem acima do esperado.

O plano “DDD Amigo” oferece ao assinante descontos em ligações de longa duração para um número selecionado pelo cliente. Entretanto, o desconto era contrabalançado por acréscimos em todas as demais ligações — algo que não era deixado claro no momento da assinatura dos contratos, alegam os clientes.

Desconto não compensava as cobranças

O Ministério Público também ressalta que a diminuição de tarifa oferecida não compensa os aumentos nas outras ligações, o que poderia chegar a até 750%. A empresa também foi obrigada a incluir todos os detalhes do “DDD Amigo” em seu material publicitário — pormenores que também devem ser deixados claros em ligações ao telemarketing.

O MP também demandou que seja incluída uma tabela comparativa de tarifas. Resta agora aguardar por algum pronunciamento oficial da Oi.

Fonte: Ministério Público Federal

Consumidores devem manter distância do 4G, alerta Proteste

Um mês depois de sugerir à Agência Nacional de Telecomunicações que proibisse a oferta do 4G por causa da má qualidade do serviço, a Proteste diz aguardar respostas. Por este motivo, mantém a recomendação para que os consumidores evitem contratar os planos.Teste do 4G

No documento enviado ao órgão, a associação que reúne consumidores e engenheiros de telecomunicações pede esclarecimentos sobre limitações como cobertura restrita, incompatibilidade com aparelhos e preços caros. (Veja teste feito pelo Olhar Digital)

“Estamos à espera de posicionamentos. Se não há possibilidade de prestação serviço com qualidade, deixe as pessoas saberem disso”, pontua Sonia Amaro, superintendente Institucional da Proteste.

Segundo ela, as operadoras praticam propaganda enganosa ao comercializar pacotes que não entregam o prometido. “O consumidor é sempre o mais prejudicado, e acaba levando ‘gato por lebre’”, critica Sonia. Na teroria, o 4G deverá acelerar em até 50 vezes a banda larga móvel, para 50 Mbps.

Há também o fator que pesa no bolso do consumidor. A associação alega que a indefinição quanto à disponibilidade das frequências para uso do 4G faz com que os aparelhos e planos mais caros sejam operados com qualidade de 3G.

“Depois de assinar o contrato de fidelidade com a operadora e se dar conta da limitação, o consumidor que precisa transmitir e receber grande quantidade de dados se sentirá enganado”, observa Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da organização.

4G funciona no Brasil nas frequências 2,5 GHz e 700 MHz, esta última disponível nos próximos anos em função da necessidade de consulta pública para desocupação das TVs que hoje a utilizam.

A quarta geração de telefonia móvel chegou parcialmente às cidades-sede da Copa das Confederações em 30 de abril. Segundo a Anatel, naquele mês, o número de assinaturas da tecnologia triplicou e alcançou 48,4 mil linhas.

A reportagem procurou a Anatel para comentar o assunto, mas não obteve retorno até a publicação do texto.

Fonte: OlharDigital

Notificações, a nova praga dos dispositivos móveis

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E lá vou eu falar mal de algo que, aparentemente, todo mundo ama: as notificações em dispositivos móveis.

Claro que notificações são úteis. Em vez de abrir o aplicativo da sua rede social favorita em busca de novidades, um aviso pipoca na sua tela sempre que surgir algo que você definiu como importante. Desenvolvedor que se preza sempre coloca a opção de notificação push ou pop-up para alguma coisa em seus apps. Tá certo, é assim que deve ser.

 

Só que aplicativos caíram no gosto popular, e os usuários, com seus dispositivos recheados, aceitam notificações para tudo. Principalmente de redes sociais. É um tal de celular apitando o tempo todo em volta da gente que dá até aflição! Outro dia, quase surtei por causa daqueles piu-pius dos Samsungs num restaurante…

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Mas há uma questão mais grave. As notificações móveis estão minando nossa concentração. Durante uma atividade qualquer, seu celular ali do ladinho mais cedo ou mais tarde chamará sua atenção. Mesmo que você resista à tentação de pegá-lo, já houve uma ruptura no seu raciocínio. Fora que uma pulguinha começa a morder sem parar: “o que será que chegou pra mim…?”.

Interrupções são um cancro na produtividade. Estudos dizem que o cérebro leva uns 20 minutos para retomar o grau de concentração bruscamente cortado, mesmo um singelo “plim” do Outlook avisando que chegou email.

Uso muito mais meus dispositivos móveis que o computador para trabalhar. Percebi que as notificações estavam interferindo no meu desempenho e decidi agir.

O insight veio no dia em que, no meio de uma caminhada na rua, decidi ver que horas eram. Não uso relógio de pulso há muito tempo pois o celular hoje desempenha essa função. Pego o aparelho para ver as horas e vejo notificações do Facebook, de email, de notícias, de atualização de aplicativos e… e… onde é que eu estava indo mesmo?

Solução: voltei a usar relógio de pulso. E com bipe nas horas cheias, igual faz meu computador, para eu manter o prumo nas atividades do dia e não me dispersar. E decidi cortar todas as notificações supérfluas.

Esse foi um desafio e tanto… o que é supérfluo num dispositivo móvel? Só redes sociais? Não. Depois de um pente-fino nos meus apps, cheguei à conclusão que só chamadas, SMS e alarmes do calendário são mesmo importantes num celular. Cada app possui seu próprio som de toque, inclusive distintos entre membros da família. É pouco? Sim, e assim deve ser.

Status de encomenda dos Correios, novo episódio da sua série favorita, ou alerta de previsão do tempo são importantes, mas não exigem atenção imediata. Eles podem esperar a conclusão da sua tarefa, momento em que você poderá espairecer um pouco a mente. Fora isso, não faltarão oportunidades ao longo do dia na fila do ônibus, na espera do dentista ou enquanto seu lanche não chega.

Há situações em que sou bem radical. Durante atendimento a pacientes, o celular fica em modo avião quando o utilizo para preencher ou checar meus prontuários digitais. Durante aulas de idiomas, mesma coisa: meus dicionários são offline. Idem para refeições ou café com amigos. E quem precisa de celular à noite, enquanto dorme? Só fica como despertador, em modo avião.

E vocês, já pararam para avaliar se as notificações móveis estão mais os atrapalhando que ajudando?

Fonte: TecnoBlog

Proteste afirma que lançamento do 4G no Brasil é “propaganda enganosa”

Proteste afirma que lançamento do 4G no Brasil é

(Fonte da imagem: Shutter Stock)

 

Se você está ansioso para entrar de cabeça na tecnologia 4G, é melhor ter paciência. A Associação de consumidores Proteste, em conjunto com a Associação dos Engenheiros de Telecomunicações (AET), enviou um oficio à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em que questiona a introdução do sistema 4G na rede de internet móvel brasileira.

Para a entidade, a Anatel não deveria autorizar a comercialização de planos que se dizem 4G, mas que contam com uma cobertura restrita. De acordo com o órgão, o lançamento do 4G no Brasil pode ser considerado como propaganda enganosa, pois alguns aparelhos e planos mais caros acabarão operando em uma frequência que deveria ser destinada apenas ao 3G.

“Ou seja, depois de assinar o contrato de fidelidade com a operadora e se dar conta da limitação, o consumidor que precisa transmitir e receber grande quantidade de dados se sentirá enganado”, diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

A frequência com mais abrangência é a de 700 MHz, que ainda tem as regras para a operação em discussão por meio de consulta pública. Ou seja: gadgets que não operarem em 2,5 GHz (banda adequada ao 4G) vão funcionar na rede 3G até que a rede de 700 MHz seja implantada.

Mas as complicações não param por aí: existem aparelhos sendo vendidos como compatíveis com o 4G, mas que não operam na frequência de 700 MHz e, nestes casos, a dor de cabeça seria maior ainda. Assim que a nova rede entrar em operação, o consumidor vai precisar trocar novamente de smartphone, arcando com o custo de dois aparelhos – possivelmente, ambos com um preço bastante salgado.

Com tudo isso, a Proteste ressalta que não é aconselhável investir em uma tecnologia cara, compatível com poucos aparelhos e que ainda está disponível em poucas regiões de algumas cidades.

Muitas dúvidas, poucas soluções

Há ainda muitas dúvidas em relação às faixas de frequência em que o serviço deve funcionar, mas as operadoras não perderam tempo e já iniciaram as vendas de planos de olho no Dia das Mães. Como o 4G inicialmente funcionará na frequência de 2,5 GHz – que conta com baixo desempenho em locais fechados – será necessário utilizar outras faixas de frequência destinadas ao 3G e ao 3G Plus para que se obtenham as velocidades prometidas.

Proteste afirma que lançamento do 4G no Brasil é

(Fonte da imagem: Reprodução/NYT)

Além disso, as associações ainda pedem que a Anatel informe em quais cidades estão instaladas as antenas capazes de funcionar como infraestrutura com suporte para o 4G. Pelo cronograma previamente definido pela própria Anatel, as operadoras teriam até amanhã (30/04) para colocar em operação as redes 4G nas seis cidades que vão sediar a Copa das Confederações no mês de junho.

A Proteste constatou ainda que existem apenas 11 modelos de smartphone homologados pela Anatel que operam na frequência de 700 MHz, no entanto, as operadoras estariam vendendo smartphones com preços superiores a R$ 1.800 como sendo compatíveis com a nova tecnologia, mas que não operam nas frequências de 2,5 GHz ou 700 MHz.

A Proteste ainda alerta a Anatel para a necessidade de orientar aos consumidores a respeito das características dos aparelhos e sua adequação a diferentes frequências, já que é grande o risco de se adquirir um smartphone de alto custo e ter que trocar o aparelho em um curto espaço de tempo, pois ele não poderá ser usado na frequência de 700 MHz, a ser leiloada no próximo ano.

Fonte: Proteste, TecMundo

Anonymous arrecada US$ 55 mil para lançar site de notícias

O grupo de hackers Anonymous terá o seu próprio portal de notícias, o “Your Anon News”, hoje existente na versão Tumblr. A informação é do site da BBC.anonymous
Dedicado ao “jornalismo cidadão”, o site deverá abrir espaço para reportagens no estilo “eu, repórter” e blogs mantidos por jornalistas independentes.
A empreitada midiática é resultado da arrecadação de quase US$ 55 mil (R$ 110 mil) em campanha feita no site de financiamento coletivo Indiegogo. As doações foram captadas em nome do usuário “Jackal Anon”.
“Nós sabemos que seria benéfico para nossos seguidores ‘existirem’ como uma comunidade, além das simples interações através das mídias sociais”, diz um comunicado assinado pelo grupo.
Há, porém, um impasse quanto à linha editorial a ser adotada. Embora o Anonymous afirme que dará atenção apenas a conteúdos de vital importância, separando-se do noticiário policial e de celebridades, há quem desconfie da promessa.
Para o professor de ciberativismo Alan Woodward, da Universidade Surrey, na Inglaterra, é “altamente provável” que a proposta do grupo seja tendenciosa. “A questão é óbvia: se a organização se diz anônima, como confiar no que está sendo divulgado?”, questiona em entrevista à BBC.

Fonte: OlharDigital

Claro inicia serviço de 4G em cidades da Copa das Confederações

Aparelhos Nokia, Motorola e Sony 4G (Foto: Lilian Quaino/G1)

Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Salvador, cidades que sediarão os jogos da Copa das Confederações, já têm funcionando a partir de desta terça-feira (16) os serviço da tecnologia 4G Max da Claro, segundo a empresa. A companhia anunciou que o investimento na instalação da rede nesta cidades chegou a R$ 510 milhões. Até 2014, na Copa do Mundo, a expectativa da empresa é investir  R$ 6,2 bilhões em sua tecnologa 4G para ampliar a cobertura.

No Rio, são atendidos pelo 4G da Claro 65 bairros, que recebem o sinal por meio de 166 antenas, atendendo a 50% da população da área urbana. As antenas atendem aos serviços Gs, 3G, 3G Max e 4G. No Estado do Rio, as cidades de Búzios e Paraty já contavam com o serviço. Além dessas, a Claro atende em 4G  as cidades de Recife, Curitiba, Porto Alegre e Campos do Jordão. Ao todo, segundo a empresa, já são cinco mil clientes da 4G. Além da capital do Paraná, a Claro oferece o serviço de acesso móvel pela tecnologia 4G em Porto Alegre (RS), Recife (PE), Paraty (RJ), Campos do Jordão (SP) e Búzios (RJ). “A Claro batizou seu 4G de Max por usar a frequencia de 40Mhz, o dobro das demais disponíveis.

As operadoras Oi, TIM e Vivo informaram que trabalham para iniciar oferta do acesso 4G nas cidades-sede da Copa das Confederações até o prazo estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em 30 de abril.

A Oi informou que anunciará na semana que vem sua estratégia de atuação para o 4G. “As antenas necessárias para a cobertura inicial exigida pelo edital do 4G estão em fase final de instalação pela Oi nas seis cidades-sede da Copa das Confederações (Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador)”, disse a empresa, acrescentando que divulgará, em breve, qual será a mancha de cobertura inicial de sua rede 4G nesses municípios.

A Claro já tem nove aparelhos habilitados para a rede, entre as fabricantes Nokia, Samsumg, LG, Motorola e Sony.

“O acionista quer largar na frente na tecnologia 4G e queremos ser líderes nesse segmento”, disse Gabriela Derenne, diretora regional da Claro para o Rio de Janero e Espírito Santo.

O cronograma da Anatel para a Claro, segundo Gabriela, é até fim de 2013 fornecer o 4G para Cuiabá, Manaus, Natal, e São Paulo. Até 31 de maio de 2014, deverão receber a tecnologia capitais com mais de 500 mil habitantes. Cidades com mais de 200 mil habitantes deverão ser habilitadas até até 31 de dezembro de 2015. Um ano depois, o 4G da Claro deve chegar a cidades com mais de 100 mil habitantes. Para dezembro de 2017, cidades com mais de 30 mil habitantes serão atendidas.

Gabriela Derenne, diretora regional da claro para rio e es (Foto: Lilian Quaino/G1)
Gabriela Derenne, diretora regional da Claro para o Rio de Janeiro e Espírito Santo (Foto: Lilian Quaino/G1)
Fonte: G1

Empresa japonesa oferece internet de 2 Gbps por US$ 51

Internet Muitos brasileiros sentiram vontade de pegar o primeiro avião para os EUA ao saber que o Google está implantando a internet de fibra ótica de 1 gigabit no país. Estes podem mudar o destino de sua viagem: o Japão já tem um serviço que oferece o dobro de velocidade, por um preço menor.

O serviço foi anunciado nesta segunda-feira, 15, pela So-net, empresa subsidiária da Sony no Japão. Ela está oferecendo um serviço de 2 gigabits pelo equivalente a US$ 51 mensais, incluindo o aluguel do equipamento.

O acerto, no entanto, teria alguns reveses. Para aderir ao serviço, o usuário precisaria pagar uma taxa de instalação equivalente a US$ 540. Além disso, o plano exige dois anos de fidelidade.

Internets ultrarrápidas no Japão não são novidade, mas chama a atenção também o preço cobrado. O Google cobra um valor a partir de US$ 70 para oferecer seu serviço em apenas duas cidades dos Estados Unidos.

O PCWorld nota, no entanto, que a maioria dos consumidores não conseguiria tirar proveito da superconexão. Isso porque a maioria dos computadores só aceita conexão de 1 Gbps por meio de cabos e ainda menos por meio de redes sem fio. Entretanto, seria mais fácil que múltiplos usuários desfrutassem de boa qualidade de conexão, mesmo que os computadores não aguentem totalmente a velocidade.

Fonte: OlharDigital

Sustentabilidade: oito carregadores de celular que usam energia solar

Smartphones e sustentabilidade estão na moda. Então, por que não juntar as duas coisas? É o que propõe esses oito carregadores, que utilizam a luz solar para carregar o seu iPhone, Android e Windows Phone. Todos os dispositivos já estão à venda e podem ajudar naquele momento de “desespero” em que a bateria do celular acaba, alguns deles podem até ser utilizados para decorar a sua casa. Confira a lista:

1. SLXtreme

Snow Lizard SLXtreme Case é à prova d'água e faz recarga pela luz solar (Foto: Divulgação)
Snow Lizard SLXtreme Case é à prova d’água e faz recarga pela luz solar (Foto: Divulgação)

Compatível com iPhone 4, 4s e 5, o SLXtreme tem as laterais emborrachadas e é o carregador ideal para quem gosta de fazer trilhas. O acessório é à prova d’agua e pode ser utilizado em até dois metros de profundidade, com direito a botão obturador integrado para fotos subaquáticas. A bateria integrada dobra o tempo de vida útil do smartphone e é revestida por uma caixa de policarbonato. Ela é mesmo poderosa: aguenta sete horas de conversa e 11 de reprodução de vídeos. Tantos adjetivos compensam o preço: R$ 129,99

2. Altoids Solar USB Charger

 Altoids Solar USB Charger parece uma lata de sardinha, mas mantem o celular ligado por dois dias (Foto: Divulgação) Altoids Solar USB Charger parece uma lata de sardinha, mas mantem o celular ligado por dois dias (Foto: Divulgação)

O Altoids Solar não tem múltiplas funções como o SLXtreme. No entanto, o ponto forte do aparelho está no tempo em que ele mantém o celular ligado: dois dias ou mais! Portátil, o dispositivo usa baterias AA e quase lembra uma lata de sardinha, só que bem mais charmosa. Mas e se faltar sol? Não é problema para ele. Duas pilhas recarregáveis o acompanham e servem como fonte de energia. Preço: R$ 34,99

3. SunVolt Gomadic

Gomadic SunVolt tem duas versões e pode ser utilizados até na piscina (Foto: Divulgação)
Gomadic SunVolt tem duas versões e pode ser utilizados até na piscina (Foto: Divulgação)

O SunVolt não carrega apenas o celular, mas vários aparelhos ao mesmo tempo. O painel solar lembra um notebook e até já existe uma versão plus do produto: o SunVolt Max. A diferença é que a versão Max funciona como uma estação solar, que permite uma absorção de energia até 50% maior. O preço também muda: US$ 99,95 (R$ 200) a versão simples e US$ 129,95 (R$ 260) no equipamento mais completo. Quer levar para piscina? Tudo bem. Ele é a prova d’água e a sua capa protetora tem um sistema antiderrapante.

4. XD Design Solar Window Charger

XD Design Solar Window Charger pode ser utilizado no carro para dispositvos USB (Foto: Divulgação)
XD Design Solar Window Charger pode ser utilizado no carro para dispositvos USB (Foto: Divulgação)

O XD Window é ideal para quem anda muito de carro. Pequeno, elegante e leve, pesa só 195 gramas, o aparelho carrega qualquer dispositivo USB, mas não é recomendado para tablets. O preço é de aproximadamente US$ 65 (R$ 130).

5. Electree Charging Sculpture

Electree Charging Sculpture
Electree Charging Sculpture

O Electree Charging Sculpture tem a forma de um bonsai e lembra bem o conceito de “fotossíntese”. O design curioso faz dele um item de decoração, que pode ser customizado de acordo com o gosto do cliente. Suas 27 “folhas”, armazenam a energia em suas “raízes” – uma base oculta. O preço é tão chamativo quanto o carregador: cerca de 450 dólares (R$ 900).

6. WakaWaka Power Compact Solar Charger

WakaWaka Power Compact Solar Charger traz luz com autonomia de 40 horas (Foto: Divulgação)
WakaWaka Power Compact Solar Charger traz luz com autonomia de 40 horas (Foto: Divulgação)

O WakaWaka Power tem um nome estranho, mas promete carregar totalmente o seu smartphone após um dia de sol. O dispositivo traz também uma lanterna que fornece até 40 horas de luz, caso o usuário queria fazer uma leitura em um ambiente escuro, por exemplo. De acordo com a fabricante, o produto garante 200% de eficiência sobre qualquer outro do mercado. Além disso, a cada aparelho vendido, a empresa promete doar um WakaWka Power aos refugiados do Haiti e da Síria, regiões que enfrentam graves racionamentos de energia. Preço US$ 79 (cerca de R$ 160).

7. Solio CLASSIC2

Solio CLASSIC2 funciona como um relógio solar, além de ser um carregador (Foto: Divulgação)
Solio CLASSIC2 funciona como um relógio solar, além de ser um carregador (Foto: Divulgação)

O design do Solio Classic é icônico: se você colocar um lápis no meio dele o dispositivo vira o relógio de sol. Além disso, o dispositivo carrega qualquer aparelho eletrônico em 90 minutos: tablets, Smartphone, GPS, e-readers e até luzes de bicicleta. Preço: R$ 100.

8. XD Design Solar Sunflower

XD Design Solar Sunflower
XD Design Solar Sunflower imita um girassol e recarrega qualquer dispositivo USB (Foto: Divulgação)

 

Sabe aquela ideia de que os carregadores solares fazem “fotossíntese”? Não é à toa que o XD Sunflower tem design de um girassol. Segundo a fabricante, proposta dele é irradiar energia, otimismo e alegria, tal como a flor. As duas folhinhas verdes são simpáticas o bastante para fazer isso. Além de servir como objeto de decoração, o acessório carrega qualquer dispositivo USB. Preço: US$ 62 (R$ 124).

Fonte: Mashable, TechTudo

Preço de celular com PIS e Confins zerados pelo governo vai mesmo cair?

A presidente Dilma Rousseff sancionou, na última segunda-feira (8), o decreto que zera a cobrança de PIS e Cofins para smartphones que custem até R$ 1,5 mil e para roteadores de até R$ 150. O corte das contribuições ao governo alcança apenas os produtos produzidos no Brasil. Dessa forma, modelos mais antigos de iPhones e smartphones de diversas fabricantes podem ter preço mais atrativo para o consumidor. Mas será mesmo que os aparelhos podem chegar mais baratos às lojas? O TechTudo tenta responder essa pergunta.

LG, Motorola e Sony lançaram smartphones no Brasil em março (Foto: Elson de Souza/Techtudo)
Smartphones fabricados no Brasil podem não ficar baratos (Foto: Elson de Souza/Techtudo)

Em primeiro lugar, mesmo com o corte do PIS e do Cofins em smartphones e roteadores, o preço final depende quase sempre das fabricantes. A carga tributária no Brasil é alta, mas diminuir seu peso não basta para tornar os produtos mais baratos no país.

Boa parte da culpa pelos altos valores praticados também é das companhias, que não diminuem o lucro por produto para incentivar suas vendas no Brasil. A outra parte da responsabilidade cai em cima dos próprios brasileiros. Com crédito e parcelamento fácil, as pessoas não deixam de consumir tecnologias que custam no mínimo duas vezes o valor praticado no comércio americano.

Esse tipo de mercado que paga muito acaba se tornando menos prioritário para grandes empresas de tecnologia. Portanto, ainda que o governo se esforce para diminuir o preço de celulares com conexão à Internet, o custo final alto fica por conta da baixa competitividade no Brasil e pela liderança dessas fabricantes pelo mundo, que são movidas pelo lucro e não para oferecer preços acessíveis. Exemplos não faltam.

A vinda da Foxconn para o Brasil

Não é a primeira vez que o governo Dilma tenta incentivar os preços baixos de smartphones e tablets no Brasil. Entre 2011 e 2012, a chinesa Foxconn recebeu incentivos para implantar uma unidade brasileira. Na época, a fabricante pediu redução do ICMS, desconto no IPTU e ajuda para tratar o lixo tóxico gerado por esse tipo de operação. Além disso, a Foxconn pediu um parceiro brasileiro para arcar com mais da metade dos aportes financeiros, calculados em US$ 4 bilhões (R$ 8 bilhões). A empresa teria também um empréstimo vindo do BNDES.

iPhone e iPad (Foto: Reprodução)
iPhones e iPads começaram a ser fabricados no Brasil, mas preços não caíram (Foto: Divulgação)

A fábrica da Foxconn de Jundiaí, com um bloco A voltado para produção de iPhones 4 e 4S e um bloco B focado na montagem de iPads, estreou em outubro de 2011. O preço dos produtos não foi alterado no mercado brasileiro, mesmo com a fabricação nacional dos dispositivos. Isso frustrou a previsão feita pelo então Ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, de que o iPad do Brasil poderia ser até 30% mais barato.

Atualmente, a unidade da empresa chinesa no Brasil tem cerca de dois mil funcionários e uma média salarial de R$ 1.150. Não bastasse a falta da redução prometida, os donos da companhia ainda são alvo de reclamações de empregados, que se queixam da remuneração oferecida. Em 2009, a Foxconn foi acusada de exploração de operários chineses, após o suicídio de 16 trabalhadores.

Nexus 4 sem subsídio no Brasil

Outro smartphone que decepcionou na chegada ao Brasil foi Nexus 4, lançado no dia 27 de março pelo preço de R$ 1.699. O aparelho com “Android puro” custa 2,4 vezes mais do que seu custo subsidiado pelo Google nos Estados Unidos. A própria empresa de buscas disse que o celular não é tão interessante para receber esse tipo de subsídio no Brasil.

Mesmo com esse preço caro, no próprio evento de lançamento, foi anunciado que sua empresa parceira, a LG, produziria o Nexus 4 no país. O TechTudo pode conferir, na traseira do smartphone, que o celular é sim produzido no Brasil, seguindo as normas da Anatel.

Traseira do Nexus 4 brasileiro (Foto: Pedro Zambarda/TechTudo)
Traseira do Nexus 4 brasileiro (Foto: Pedro Zambarda/TechTudo)

Com essa fabricação brasileira, nem as empresas envolvidas e nem o governo tomaram providências para abater o preço. Ainda assim, o Nexus 4 esgotou em seu dia de estreia no Brasil, mostrando que, mesmo com a falta de interesse dos envolvidos com os altos custos no país, a população continua consumindo.

Fonte: TechTudo

Plugin bancário brasileiro pode ser causa de travamentos do Windows 7

Plugin bancário brasileiro pode ser causa de travamentos do Windows 7

(Fonte da imagem: Reprodução/Microsoft)

O plugin G-Buster, utilizado para acesso ao internet banking da Caixa Econômica Federal, está sendo apontado como o causador da falha que inutilizou uma série de computadores com Windows 7. O problema começou ontem após o lançamento da atualização KB2823324, que, após instalada, impede que o sistema operacional seja iniciado.

Testes realizados pelo site Linha Defensiva revelaram uma incompatibilidade com o patch liberado pela Microsoft. A falha acontece apenas em máquinas com a versão 32-bits do Windows 7, mas o G-Buster pode não ser o único motivo para a inutilização do sistema operacional. A Microsoft, por enquanto, não liberou uma solução oficial.

Seu computador foi afetado pelo problema? Confira uma lista de soluções e tente trazer seu PC de volta à vida.

Fonte: Linha Defensiva, G1, TecMundo