Smartphones

now browsing by tag

 
 

Sustentabilidade: oito carregadores de celular que usam energia solar

Smartphones e sustentabilidade estão na moda. Então, por que não juntar as duas coisas? É o que propõe esses oito carregadores, que utilizam a luz solar para carregar o seu iPhone, Android e Windows Phone. Todos os dispositivos já estão à venda e podem ajudar naquele momento de “desespero” em que a bateria do celular acaba, alguns deles podem até ser utilizados para decorar a sua casa. Confira a lista:

1. SLXtreme

Snow Lizard SLXtreme Case é à prova d'água e faz recarga pela luz solar (Foto: Divulgação)
Snow Lizard SLXtreme Case é à prova d’água e faz recarga pela luz solar (Foto: Divulgação)

Compatível com iPhone 4, 4s e 5, o SLXtreme tem as laterais emborrachadas e é o carregador ideal para quem gosta de fazer trilhas. O acessório é à prova d’agua e pode ser utilizado em até dois metros de profundidade, com direito a botão obturador integrado para fotos subaquáticas. A bateria integrada dobra o tempo de vida útil do smartphone e é revestida por uma caixa de policarbonato. Ela é mesmo poderosa: aguenta sete horas de conversa e 11 de reprodução de vídeos. Tantos adjetivos compensam o preço: R$ 129,99

2. Altoids Solar USB Charger

 Altoids Solar USB Charger parece uma lata de sardinha, mas mantem o celular ligado por dois dias (Foto: Divulgação) Altoids Solar USB Charger parece uma lata de sardinha, mas mantem o celular ligado por dois dias (Foto: Divulgação)

O Altoids Solar não tem múltiplas funções como o SLXtreme. No entanto, o ponto forte do aparelho está no tempo em que ele mantém o celular ligado: dois dias ou mais! Portátil, o dispositivo usa baterias AA e quase lembra uma lata de sardinha, só que bem mais charmosa. Mas e se faltar sol? Não é problema para ele. Duas pilhas recarregáveis o acompanham e servem como fonte de energia. Preço: R$ 34,99

3. SunVolt Gomadic

Gomadic SunVolt tem duas versões e pode ser utilizados até na piscina (Foto: Divulgação)
Gomadic SunVolt tem duas versões e pode ser utilizados até na piscina (Foto: Divulgação)

O SunVolt não carrega apenas o celular, mas vários aparelhos ao mesmo tempo. O painel solar lembra um notebook e até já existe uma versão plus do produto: o SunVolt Max. A diferença é que a versão Max funciona como uma estação solar, que permite uma absorção de energia até 50% maior. O preço também muda: US$ 99,95 (R$ 200) a versão simples e US$ 129,95 (R$ 260) no equipamento mais completo. Quer levar para piscina? Tudo bem. Ele é a prova d’água e a sua capa protetora tem um sistema antiderrapante.

4. XD Design Solar Window Charger

XD Design Solar Window Charger pode ser utilizado no carro para dispositvos USB (Foto: Divulgação)
XD Design Solar Window Charger pode ser utilizado no carro para dispositvos USB (Foto: Divulgação)

O XD Window é ideal para quem anda muito de carro. Pequeno, elegante e leve, pesa só 195 gramas, o aparelho carrega qualquer dispositivo USB, mas não é recomendado para tablets. O preço é de aproximadamente US$ 65 (R$ 130).

5. Electree Charging Sculpture

Electree Charging Sculpture
Electree Charging Sculpture

O Electree Charging Sculpture tem a forma de um bonsai e lembra bem o conceito de “fotossíntese”. O design curioso faz dele um item de decoração, que pode ser customizado de acordo com o gosto do cliente. Suas 27 “folhas”, armazenam a energia em suas “raízes” – uma base oculta. O preço é tão chamativo quanto o carregador: cerca de 450 dólares (R$ 900).

6. WakaWaka Power Compact Solar Charger

WakaWaka Power Compact Solar Charger traz luz com autonomia de 40 horas (Foto: Divulgação)
WakaWaka Power Compact Solar Charger traz luz com autonomia de 40 horas (Foto: Divulgação)

O WakaWaka Power tem um nome estranho, mas promete carregar totalmente o seu smartphone após um dia de sol. O dispositivo traz também uma lanterna que fornece até 40 horas de luz, caso o usuário queria fazer uma leitura em um ambiente escuro, por exemplo. De acordo com a fabricante, o produto garante 200% de eficiência sobre qualquer outro do mercado. Além disso, a cada aparelho vendido, a empresa promete doar um WakaWka Power aos refugiados do Haiti e da Síria, regiões que enfrentam graves racionamentos de energia. Preço US$ 79 (cerca de R$ 160).

7. Solio CLASSIC2

Solio CLASSIC2 funciona como um relógio solar, além de ser um carregador (Foto: Divulgação)
Solio CLASSIC2 funciona como um relógio solar, além de ser um carregador (Foto: Divulgação)

O design do Solio Classic é icônico: se você colocar um lápis no meio dele o dispositivo vira o relógio de sol. Além disso, o dispositivo carrega qualquer aparelho eletrônico em 90 minutos: tablets, Smartphone, GPS, e-readers e até luzes de bicicleta. Preço: R$ 100.

8. XD Design Solar Sunflower

XD Design Solar Sunflower
XD Design Solar Sunflower imita um girassol e recarrega qualquer dispositivo USB (Foto: Divulgação)

 

Sabe aquela ideia de que os carregadores solares fazem “fotossíntese”? Não é à toa que o XD Sunflower tem design de um girassol. Segundo a fabricante, proposta dele é irradiar energia, otimismo e alegria, tal como a flor. As duas folhinhas verdes são simpáticas o bastante para fazer isso. Além de servir como objeto de decoração, o acessório carrega qualquer dispositivo USB. Preço: US$ 62 (R$ 124).

Fonte: Mashable, TechTudo

Preço de celular com PIS e Confins zerados pelo governo vai mesmo cair?

A presidente Dilma Rousseff sancionou, na última segunda-feira (8), o decreto que zera a cobrança de PIS e Cofins para smartphones que custem até R$ 1,5 mil e para roteadores de até R$ 150. O corte das contribuições ao governo alcança apenas os produtos produzidos no Brasil. Dessa forma, modelos mais antigos de iPhones e smartphones de diversas fabricantes podem ter preço mais atrativo para o consumidor. Mas será mesmo que os aparelhos podem chegar mais baratos às lojas? O TechTudo tenta responder essa pergunta.

LG, Motorola e Sony lançaram smartphones no Brasil em março (Foto: Elson de Souza/Techtudo)
Smartphones fabricados no Brasil podem não ficar baratos (Foto: Elson de Souza/Techtudo)

Em primeiro lugar, mesmo com o corte do PIS e do Cofins em smartphones e roteadores, o preço final depende quase sempre das fabricantes. A carga tributária no Brasil é alta, mas diminuir seu peso não basta para tornar os produtos mais baratos no país.

Boa parte da culpa pelos altos valores praticados também é das companhias, que não diminuem o lucro por produto para incentivar suas vendas no Brasil. A outra parte da responsabilidade cai em cima dos próprios brasileiros. Com crédito e parcelamento fácil, as pessoas não deixam de consumir tecnologias que custam no mínimo duas vezes o valor praticado no comércio americano.

Esse tipo de mercado que paga muito acaba se tornando menos prioritário para grandes empresas de tecnologia. Portanto, ainda que o governo se esforce para diminuir o preço de celulares com conexão à Internet, o custo final alto fica por conta da baixa competitividade no Brasil e pela liderança dessas fabricantes pelo mundo, que são movidas pelo lucro e não para oferecer preços acessíveis. Exemplos não faltam.

A vinda da Foxconn para o Brasil

Não é a primeira vez que o governo Dilma tenta incentivar os preços baixos de smartphones e tablets no Brasil. Entre 2011 e 2012, a chinesa Foxconn recebeu incentivos para implantar uma unidade brasileira. Na época, a fabricante pediu redução do ICMS, desconto no IPTU e ajuda para tratar o lixo tóxico gerado por esse tipo de operação. Além disso, a Foxconn pediu um parceiro brasileiro para arcar com mais da metade dos aportes financeiros, calculados em US$ 4 bilhões (R$ 8 bilhões). A empresa teria também um empréstimo vindo do BNDES.

iPhone e iPad (Foto: Reprodução)
iPhones e iPads começaram a ser fabricados no Brasil, mas preços não caíram (Foto: Divulgação)

A fábrica da Foxconn de Jundiaí, com um bloco A voltado para produção de iPhones 4 e 4S e um bloco B focado na montagem de iPads, estreou em outubro de 2011. O preço dos produtos não foi alterado no mercado brasileiro, mesmo com a fabricação nacional dos dispositivos. Isso frustrou a previsão feita pelo então Ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, de que o iPad do Brasil poderia ser até 30% mais barato.

Atualmente, a unidade da empresa chinesa no Brasil tem cerca de dois mil funcionários e uma média salarial de R$ 1.150. Não bastasse a falta da redução prometida, os donos da companhia ainda são alvo de reclamações de empregados, que se queixam da remuneração oferecida. Em 2009, a Foxconn foi acusada de exploração de operários chineses, após o suicídio de 16 trabalhadores.

Nexus 4 sem subsídio no Brasil

Outro smartphone que decepcionou na chegada ao Brasil foi Nexus 4, lançado no dia 27 de março pelo preço de R$ 1.699. O aparelho com “Android puro” custa 2,4 vezes mais do que seu custo subsidiado pelo Google nos Estados Unidos. A própria empresa de buscas disse que o celular não é tão interessante para receber esse tipo de subsídio no Brasil.

Mesmo com esse preço caro, no próprio evento de lançamento, foi anunciado que sua empresa parceira, a LG, produziria o Nexus 4 no país. O TechTudo pode conferir, na traseira do smartphone, que o celular é sim produzido no Brasil, seguindo as normas da Anatel.

Traseira do Nexus 4 brasileiro (Foto: Pedro Zambarda/TechTudo)
Traseira do Nexus 4 brasileiro (Foto: Pedro Zambarda/TechTudo)

Com essa fabricação brasileira, nem as empresas envolvidas e nem o governo tomaram providências para abater o preço. Ainda assim, o Nexus 4 esgotou em seu dia de estreia no Brasil, mostrando que, mesmo com a falta de interesse dos envolvidos com os altos custos no país, a população continua consumindo.

Fonte: TechTudo

Como a Anatel identifica um celular pirata?

No final do mês de março, a Anatel autorizou as operadoras de celular a bloquearem aparelhos piratas. A medida entra em vigor apenas em 2014, mas gerou muitas dúvidas sobre como o processo de reconhecimento desses produtos “clandestinos” será feito. Caberá a cada uma das operadoras desenvolver um sistema que reconheça e retire da rede os modelos não homologados.

Medida prevista em lei

Como a Anatel identifica um celular pirata?

(Fonte da imagem: Divulgação/Assessoria de Imprensa Anatel/SinclairMaia)

A Lei n° 9.472, de 1997, diz em seu artigo 156 que “poderá ser vedada a conexão de equipamentos terminais sem certificação, expedida ou aceita pela Agência”. No caso, o texto explica que a Anatel pode, a qualquer momento, proibir a conexão de um aparelho ao serviço nacional de telecomunicações se ele não estiver homologado ou não possuir uma certificação internacional compatível.

Entretanto, essa situação nunca foi colocada em prática. A Agência Nacional de Telecomunicações estima que hoje, do total de linhas habilitadas, pelo menos 20% delas fazem chamadas a partir de aparelhos piratas.

A fiscalização sobre eles foi intensificada no ano passado, em especial por conta do aumento de reclamações nos Procons por conta da qualidade do serviço prestado. Uma análise técnica revelou que pelo menos 10% das chamadas que caem são realizadas por aparelhos sem homologação, o que prejudica a mensuração dos índices de qualidade.

IMEI: o RG do seu aparelho

Como a Anatel identifica um celular pirata?E

xemplo de produto identificado com IMEI (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Todo aparelho fabricado, incluindo celulares, smartphones e tablets, sai de fábrica com um número de registro, o chamado IMEI (sigla para “International Mobile Equipment Identity”, “Identidade Internacional de Equipamento Móvel”, em tradução direta).

Você pode conferir o número do seu aparelho de duas formas: a primeira delas é olhando uma etiqueta colada na parte interna do celular, que pode ser vista normalmente quando você retira a bateria do produto. Outra opção é digitar o código *#06#. O número é composto por quatro grupos e segue o padrão nnnnn-nn-nnnnnn-n.

Quando um aparelho tem o seu IMEI bloqueado no país, isso não significa que você perdeu o seu celular. Ele pode ser utilizado normalmente no exterior, por exemplo. Da mesma forma, aparelhos bloqueados em outros países também podem ser utilizados por aqui. A quantidade de chips de um aparelho determina o número de IMEIs. Um celular dual-chip conta com dois números de identificação.

Identificando o seu aparelho

Como a Anatel identifica um celular pirata?

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Quando uma chamada é originada do seu celular, o número do IMEI é enviado à operadora. Ao receber o sinal, a empresa cruza os dados do seu produto com os dados do chip, que também possui um “RG” único, chamado IMSI (sigla para “International Mobile Subscriber Identity”, “Identidade Internacional de Assinante Móvel”, em tradução direta).

Hoje, essas informações cruzadas são armazenadas no banco de dados da operadora e ficam à disposição da Anatel. A proposta é que, a partir de 2014, os dados possam ser repassados à ABR Telecom, uma central que será contratada para organizar esses dados. Com base em uma série de procedimentos pré-definidos, um software decidirá se o cliente pode ou não fazer chamadas com aquele produto.

Caso o IMEI seja bloqueado, o proprietário do produto não poderá usar o seu aparelho para efetuar ligações. O chip, entretanto, continua válido, podendo ser colocado em outro smartphone. A medida vale tanto para aparelhos nacionais quanto para aparelhos importados.

Aparelhos homologados pela Anatel e modelos importados

Como a Anatel identifica um celular pirata?

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Antes de comprar um smartphone no exterior, é importante verificar se ele é homologado pela Anatel. Incompatibilidades técnicas podem fazer com que algumas funcionalidades sejam anuladas, como é o caso dos aparelhos compatíveis com o padrão 4G – o padrão internacional é diferente do que será adotado no Brasil.

Na prática, aparelhos de fabricantes reconhecidas no mercado não devem apresentar nenhum tipo de problema, mesmo não estando homologados pela Anatel. Como mencionamos acima, o IMEI é um registro universal e o sistema da Agência Nacional de Telecomunicações pode permitir que aparelhos “estrangeiros” funcionem por aqui.

Se você está pensando em comprar aqueles modelos de empresas fabricantes praticamente desconhecidas ou cuja procedência é duvidosa, fique atento. Nesse caso, há grandes chances de que, futuramente, você tenha algum tipo de incômodo por conta do não reconhecimento do seu aparelho.

Como reconhecer produtos homologados

Como a Anatel identifica um celular pirata?

(Fonte da imagem: Reprodução/Anatel)

Todo produto homologado pela Anatel é identificado por um selo da Agência Nacional de Telecomunicações. No caso dos celulares, para que o adesivo não interfira no design do produto, é permitido fixar o selo no manual do usuário ou na embalagem do produto. Ainda assim, o número de homologação, que segue o formato HHHH-AA-FFFF, deve constar em alguma parte do aparelho, interna ou externa.

Para que você entenda o que as letras significam, “HHHH” diz respeito ao número de homologação do produto; “AA” se refere ao ano de emissão do certificado de homologação; e “FFFF” identifica o fabricante. Se você tiver alguma dúvida sobre a homologação de um produto, é possível consultar online a sua situação.

No site da Anatel há uma área chamada Sistema de Gestão de Certificação e Homologação, que pode ser acessada por meio deste link. Na página que será aberta, escolha a opção “Consultar produtos homologados / certificados” e, em seguida, informe o nome do fabricante e o modelo que deseja consultar.

E fique tranquilo: algumas pesquisas no sistema podem apontar que um produto está com a homologação suspensa ou cancelada. Isso não significa, necessariamente, que o uso dele está proibido. Esse status pode significar, por exemplo, que o produto deixou de ser fabricado e, por conta disso, sua homologação não foi renovada.

Fonte: Folha de S.Paulo, Anatel, TecMundo

Google Search para Android começa a falar em português

O assistente Google Now já funcionava em português desde seu lançamento, mas a pesquisa por voz do Google Search para Android ainda não falava o nosso idioma – se você perguntasse algo como “Qual é o presidente do Chile?”, teria a resposta em texto, mas não o retorno em áudio. Isso está mudando: uma atualização liberada ontem pelo Google adicionou suporte a fala em português, ainda que de forma bem precária.

 

A partir de agora, você poderá fazer perguntas como “Qual é a moeda da Argentina?”, “Qual é a população da Coreia do Norte?”, “Quem são os fundadores do Google?”, “Quanto é três dividido por oito?”, “Qual é o comprimento da Ponte Estaiada?” ou “Qual é a idade de Silvio Santos?”. Além de exibir a resposta direta, assim como acontece na interface web do buscador, o aplicativo responderá em áudio.

google-search-voz-portugues

Infelizmente, a fala é bastante robotizada: ela ainda está muito longe de ter a naturalidade da versão americana ou até mesmo da voz do Google Tradutor. Além disso, o assistente ainda não entende perguntas e comandos mais avançados – ainda não é possível ligar o despertador ou encontrar estabelecimentos próximos a você, por exemplo. Antes de falar qualquer coisa, também é necessário tocar no ícone do microfone – na versão em inglês, basta falar “Google!” para ativar o reconhecimento de voz.

O Google Discovery, que descobriu a novidade, lembra que Hugo Barra afirmou no evento de lançamento do Nexus 4 que o Google muito em breve passaria a responder, com voz, em português. Como o Android já possui reconhecimento de voz em português, inclusive offline, e o Google já tem uma voz mais natural em português no Google Tradutor, parece ser apenas questão de tempo até que o Google lance outra versão com suporte completo ao nosso idioma – antes do Siri e do S Voice.

Fonte: TecMundo

Google Play conta com 200 apps fraudulentos

Google Play conta com 200 apps fraudulentos

(Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)

Uma das críticas ao sistema Android é o fato de que a Google Play não tem um processo de revisão muito rígido para o oferecimento de aplicativos — fato que facilita o download de softwares maliciosos. E, para confirmar esse fato, uma pesquisa da empresa Symantec mostrou alguns dados preocupantes.

De acordo com as informações divulgadas pelo site Information Week, a loja virtual da Google conta com pelo menos 200 aplicativos fraudulentos. Esses softwares utilizam apenas um toque para acessar informações privadas e cobrar dinheiro da pessoa que o baixou, sendo que cada golpe pode gerar até US$ 1 mil (cerca de R$ 2 mil) de prejuízo.

Pornografia e número relevantes

Estes aplicativos mencionados pela Symantec estão relacionados à obtenção de pornografia. O dono do dispositivo baixa o software para acessar vídeos e outros tipos de conteúdo erótico, mas, ao tocar no link de acesso, uma cobrança é emitida, dizendo que ele concordou com os termos de pagamento.

Oficialmente, a vítima não tem a obrigação de efetuar o pagamento, mas ela acaba o fazendo por conta da vergonha de admitir que estava acessando pornografia. Para piorar a situação, os apps estão à disposição há dois meses, mas já contam com 5 mil downloads, o que espalhou o malware de maneira impressionante.

O problema é no Japão

Se você ficou preocupado por ter baixado muitos aplicativos da Google Play ultimamente — relacionados à pornografia ou não —, fique tranquilo. Os ataques têm cerca de 10 gangues por trás, mas o alvo é o público japonês. Na região, a situação está bastante grave, pois são registrados 400 novos casos de fraudes do gênero por dia.

Portanto, caso você queira continuar com o seu aparelho livre de qualquer tipo de aplicativo malicioso, baixe softwares de desenvolvedores confiáveis e evite os apps que fornecem material pornográfico japonês.

Fonte: InformationWeek, SlashGear, TecMundo